Continuando nossa jornada de volta, hoje saímos de Vitória da Conquista com destino a Paracatu, que foi nossa opção de parada.
Saímos por volta das 6:30 ou 7h da manhã, num baita nevoeiro e pegamos a BR-116. A pista em sí é muito boa, mas um trânsito terrível! Muitos caminhões,e apesar de algumas boas retas para ultrapassagem, o trânsito é pesado nos dois sentidos, pouco depois de Vitória da Conquista a pista está sob concessão para a ViaBahia, que cobra um pedágio de R$ 2,80 para carros.
A medida que fomos na direção de Minas Gerais o trânsito foi ficando um pouco melhor, junto com a neblina que dispersou. Pegamos a BR-251 para Salinas, afim de comprar umas pingas que meu pai tinha encomendado. A BR-251 é um belo tapete até uns 100km depois de Saum bom acostamento que alguns caminhoneiros mais gente boa utilizavam para facilitar as ultrapassagens.
Em Salinas pegamos um clima bem quente. Apesar de ser conhecida como um dos maiores pólos produtores de cachaça do país, as lojas que as vendiam eram um pouco difíceis de serem encontradas. Uma das que constava no Guia 4 Rodas estava aberta, mas a outra não existia ou não estava aberta, sei lá. Foi necessário uma boa volta no centro para encontramos outra. Dá pra comprar pinga desde R$ 9,00 até R$ 240,00 se você realmente for fã do negócio! :) Na saída, almoçamos no Sabor de Minas, um bom restaurante self-service na estrada que vende a pinga de mesmo nome.
Chegando em Montes Claros pegamos a BR-325 por cerca de 350km, até chegar no entroncamento com a BR-040. Até Pirapora a estrada é muito boa! Os últimos 100km até a BR-040 é que são de doer... a pista está bem mal-conservada,e é preciso dar uma boa reduzida em alguns momentos pra não arriscar um pneu furado ou uma roda amassada.
Depois de chegar na BR-040 começamos a verificar as opções de parada. Ir direto para BSB seria cansativo, além de estarmos só com um dos faróis funcionando direito. Dormimos no Sesc de Paracatu, uma opção razoável pelo preço, mas sem internet nos chalés. Penamos um pouco para encontrar o lugar porque o GPS não tinha mapa de Paracatu e o Googlemaps tinha uma margem de erro entre onde as ruas realmente estavam e onde constavam nele.
Enfim, depois de rodar cerca de 940km, fomos para um merecido descanso antes de chegar em Brasília.
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