Hoje já contei no post anterior praticamente tudo que fizemos. Mas agora vou detalhar um pouco mais. Amanhaceu com cara de chuva, mas a gente acreditou que ia fazer sol e decidimos conhecer Trancoso. O melhor caminho é pela BA-001, uns 30 e poucos km de asfalto. Só que a gente queria também conhecer a praia do taípe. Pra chegar nessa praia, pegamos uma estrada de terra em direção à trancoso. Aí descobrimos que essa estrada tinha uns 15 km: 7 até a praia do taípe e mais 8 até trancoso. Então fazia mais sentido pegar ela toda ao invés de pegar 7 de ida até taípe, mais 7 de volta, mais os 30 e pouco de asfalto. Então assim fizemos... e a estrada era uma porcaria. Parte de areia, parte de terra, e quase toda de buraco. Nem dava pra passar dos 30. Mas valeu a pena, pois curtimos uma excelente praia e seguimos para uma linda cidadezinha.
A praia do taípe foi a melhor de arraial até agora. Um restaurante bacaninha com estacionamento gratuito, sem consumação mínima pra sentar nas barracas da praia, sem assedio de vendedores, e com guarda-volumes. Tomamos um bom banho de mar e caminhamos quase até trancoso pela areia. Depois seguimos para trancoso de carro.
Trancoso é realmente muito bonitinha. E, apesar da fama de careira, fizemos um programa bom e barato. Almoçamos num self-service no quadrado, o Portinha. Depois tomamos um café na Pandoka, logo na entrada do quadrado também. Passeamos bastante conhecendo cada casinha colorida e lendo sua plaquinha com a história dos moradores antigos. Voltamos pelo asfalto. Não é novo, mas é bom.
Confiram as fotos!
No fim da tarde e a noite passeamos e comemos na rua mucugê. O Fior di latte serve um excelente sorvete e um péssimo waffle. O restaurante Aipim é lindo, mas promete mais do que cumpre. A comida estava boazinha, mas realmente esperávamos mais.
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